domingo, 25 de novembro de 2007

Fone quebrado.

A música acabou.

A musa invisível, mais uma vez, já me abandonou.

Resta impertinente o zumbido do silêncio. Que aperta meus ouvidos, exatamente como as paredes que em torno de mim se fecham. A mudez que ecoa ao redor espreme a cabeça, força o pensamento.

Foi-se o momento de dançar ao sabor das ondas e sobre elas escrever.

Ao menos por hora.

Resta-me então, para desbravar caminhos de inspiração, usar o raciocínio ao invés da emoção.

Um comentário:

Nina D C disse...

a surdez sempre me amedrontou. que sentido há numa vida sem música?